sexta-feira, 8 de julho de 2011

Procurador-geral pede a condenação de 36 réus do mensalão


                                            No sentido horário: José Genoino, José Dirceu,
                                                  Roberto Jefferson e Marcos Valério,
                                              que são réus no processo do mensalão

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, enviou nesta quinta-feira (7) ao STF (Supremo Tribunal Federal) o pedido de condenação de 36 pessoas por envolvimento no esquema do mensalão com penas máximas que, se somadas, chegam a mais de 4.700 anos de prisão, revela reportagem de Felipe Seligman, Breno Costa e Matheus Leitão publicada na Folha desta sexta-feira.
Gurgel recomendou a absolvição apenas do ex-ministro da Comunicação Social, Luiz Gushiken, e de Antônio Lamas, ex-assessor do deputado Valdemar Costa Neto (PR). Todos os outros réus devem ser considerados culpados, de acordo com o relatório do procurador-geral, para quem ficou clara a existência de um esquema de corrupção. O ex-ministro da Casa Civl, José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, o ex-presidente do PT, José Genoíno, e o publicitário Marcos Valério fazem parte da lista dos réus.
Mensalão - O escândalo do mensalão foi a maior crise política do governo Lula (2003-2010). Em 2005, descobriu-se que o PT havia montado um gigantesco esquema de compra de votos de deputados na Câmara Federal, para aprovar projetos do governo. Cada deputado custava cerca de 30 000 reais ao mês. A fatura era paga com dinheiro público, desviado por um esquema criado por Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, e por Marcos Valério.
Pressão - Além de encontrar infindáveis maneiras de adiar o julgamento do processo, a defesa dos envolvidos na quadrilha tem artimanhas para reconstruir a imagem dos acusados – e tentar coagir o Supremo. Os mensaleiros são hoje representações idealistas, criadas para imprimir na opinião pública uma imagem irreal dos envolvidos. Para se ter uma ideia, em abril, Genoíno foi nomeado assessor especial do Ministério da Defesa. A ideia é mostrar que o ex-deputado ocupa um cargo relevante, subordinado diretamente a Nelson Jobim, ex-ministro do STF. A mensagem subliminar é que um ex-magistrado da envergadura de Jobim não ousaria nomear um criminoso para um cargo de tanta confiança. João Paulo Cunha, que presidia a Câmara no período do escândalo, facilitava contratos a financiadores do esquema e usava o dinheiro da propina, assumiu a Comissão de Constituição e Justiça da Casa.
Já Dirceu, que se dedicou aos negócios, fazendo meteórica carreira como despachante de empresas nacionais e estrangeiras com interesses em decisões de órgãos estatais, voltou com força total ao jogo político na eleição que levou Dilma Rousseff à Presidência, já esteve diversas vezes no Palácio do Planalto neste ano e não perde um holofote. No velório do ex-vice-presidente José Alencar, ficou a poucos metros dos ministros do STF Gilmar Mendes e Ellen Gracie, que vão julgá-lo no processo do mensalão. Dirceu chegou, inclusive, a despontar como candidato a ministro do governo Dilma. As nomeações de mensaleiros para postos estratégicos do governo têm o único e claro objetivo de conferir a eles algo que a investigação oficial lhes tirou: respeitabilidade. É uma maneira de tentar conseguir a absolvição perante os cidadãos, para, depois, contar com uma aposta na tradição do Supremo Tribunal Federal de não condenar políticos.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Seca por decreto.

          Era uma cidadezinha encravada no alto sertão baiano. Como é de praxe em toda cidade os desfavorecidos moravam em barracos de taipa na periferia da cidade, vivendo das esmolas dos políticos em troca de votos. A atividade mais rendosa do lugar era a medicina pois em lugar algum se via tanta gente doente lotando os hospitais.
O centro da cidade era um amontoado caótico de casas. Havia alguns prédios de apartamentos por isso podemos chamá-Io de centro urbano que é uma expressão mais simpática. A passagem de veículos por suas ruas nem poderíamos classificar de trânsito vez que seus motoristas não respeitavam mão e contramão, estacionando seus carros onde bem entendessem. Talvez isso se devesse a farta distribuição de carteiras de habilitação promovida pelos políticos em época de eleição. O candidato a motorista só não adquiria sua carteira se fosse totalmente cego, faltasse os dois braços ou as duas pernas. Enxergou um pouquinho, deu para pegar no volante e pisar em algum pedal já estava aprovado sem precisar entrar no veículo.
As praças da cidade estavam tomadas pelo mato, capim e pés de algaroba fazendo a felicidade dos muares que ali pastavam tranqüilos. Em algumas cresciam viçosos pés de milho e feijão. De vez em quando o prefeito mandava capinar o mato, podar as algarobas e colher a pequena safra. Uma ou outra tinha piso de pedrinhas, porém as crateras já tomavam conta. Algum espertinho roubava as pedrinhas para decorar sabe-se lá o quê. Bancos naquelas praças para se sentar era um luxo.
        Se havia quebra-molas? Claro, e dos grandes fazendo a alegria dos donos de oficinas mecânicas. Afinal, quebra-molas é uma instituição legitimamente baiana e não há município que não os tenha. Mas tudo isso não era nada diante de um grave problema que afligia a toda população; os esgotos corriam a céu aberto. O problema era insolúvel porque o subsolo era constituído de pedras maciças e abrir um buraco ali só com dinamite. Esse método porém não podia ser usado porque abalaria as estruturas frágeis das residências do lugar. De modo que corria pelas ruas, aquela água negra e fedorenta trazendo um bando de urubus a reboque que tinham elegido a cidade como sua estação de pouso e descanso pois, como se sabe, o ar quente e mal cheiroso faz bem à saúde dessas agourentas aves.
     Um dia correu o boato de que o governador iria visitar a cidade. E este para variar era Antônio Carlos Magalhães em mais um de seus mandatos. O fato é que o prefeito conseguira a promessa de ACM de visitar a cidade para inaugurar algumas obras. E veio exultante dar as alvíssaras. Alguns fogos espoucaram e os vereadores foram consultar as “bases” para saber de suas reivindicações. Fez-se uma reunião onde se debateu as providências a serem tomadas para a chegada de tão ilustre visita. Na dita reunião chegou-se rapidamente a um acordo sobre quais ruas seriam interditadas para a passagem da comitiva. Também se chegou a um consenso sobre o local onde seria servido o almoço e quais iguarias o comporiam. Quem iria discursar no palanque e em qual ordem também foi determinado. Chegou-se ao requinte de nomear dois homens fortes para, no momento oportuno, carregar “espontaneamente” o governador nos ombros num gesto tão característico de nossa gente.
Havia um “porém”, como diz o vulgo, e esse “porém” era aquele esgoto à vista e a urubuzada que denegria a imagem da cidade. Convenhamos que aquele não era um comitê de recepção dos mais recomendáveis para qualquer político quanto mais para ACM. Todo mundo sabe que com o governador não se brinca. Vacilou com ele, a madeira deita. Era preciso limpar as ruas para mostrar a sua excelência como a verba liberada para o saneamento da cidade fora bem aplicada. Alguns vereadores da estreita confiança do prefeito embolsaram parte daquela verba e estavam num beco sem saída.
De modo que ali na casa do chefe do executivo municipal estavam reunidos aqueles vereadores de reputação ilibada, às voltas com um problema de graves proporções e que não apresentava uma solução à vista. O líder da Câmara, vereador conhecido por sua estreita ligação com o prefeito, sugeriu incisivo:
         - Basta lavar as ruas e matar todos os urubus.
    Essa solução porém, foi rapidamente descartada pois, como bem lembrou um supersticioso vereador, matar urubu dá azar e na cidade não havia caminhões que lavassem as ruas.
Outro edil sugeriu que se posicionasse o povo ao longo do trajeto por onde passaria a comitiva escondendo, deste modo, a lama preta dos excelsos olhos do governador. Quanto aos urubus, bastava atirar pedras neles colocando-os em fuga. Estudaram o assunto e alguém lembrou que o povo é ingrato não reconhecendo as relevantes obras feitas em prol da comunidade e poderia não aceitar tão nobre tarefa. Quanto aos urubus todo mundo sabe que esses bichos são treteiros e teimosos. Você atira uma pedra neles, eles voam até um local mais próximo e ficam de lá “urubuservando”. É você se distrair e lá estão eles de volta.
    Os vereadores já estavam de cabeça quente prevendo a tragédia quando o prefeito, estrategicamente mandou servir café com bolinhos para aqueles baluartes da ética e da moralidade. Refeita as forças voltaram ao problema.Um vereador que até aquele momento não dissera uma palavra, sugeriu que se mudasse  itinerário da comitiva passando somentepelas ruas que estivessem limpas. Era uma boa idéia que só um bom café reforçado podia gerar. Estudaram o mapa da cidade e viram como era difícil encontrar alguma rua que não tivesse esgotos fazendo com que o trajeto a ser percorrido abarcasse quase todo o perímetro urbano passando por ruas estreitas e sem calçamento. Estavam todos dispostos a se dar por vencidos quando o prefeito apresentou uma idéia digna de um homem que foi eleito para comandar os destinos do município. Esfregando as mãos de contentamento, disse a seus correligionários:
- Companheiros, vocês se lembram da análise da água consumida na cidade que foi feita em São Paulo constatando contaminação por coliformes fecais?
             Se eles se lembravam! O documento fora engavetado para não alarmar a população e também porque não havia solução à vista.
             - E daí chefe? Inquiriu o presidente da Câmara sem atinar aonde o “chefe” queria chegar.
- E daí meus amigos, é que vamos suspender o fornecimento de água na cidade dizendo que há fortes suspeitas de que esteja contaminada, inclusive com o vírus da cólera e que todos aguardem até vir o resultado da análise.
- E as carroças de água e os caminhões-pipa que abastecem a população? Lembrou outro vereador quase, adivinhando onde o prefeito queria chegar.
- Mandamos confiscar tudo para exame. O povo vai ficar até agradecido pois vivem dizendo que eles são focos de contaminação. Afinal não há um caminhão-pipa que ninguém sabe o que transportava até servir água?
             E continuou o prefeito:
             - Com o corte de água as pessoas só vão usar o líquido para as suas necessidades essenciais. Deste modo, em pouco tempo as ruas estarão sequinhas e basta depois dar uma boa varrida para ficar tudo limpo.
             - E os urubus? Perguntaram todos.
             - Ora amigos, sem a catinga para alegrar as suas narinas eles vão se mandar para outras plagas.
E assim, a egrégia Câmara de Vereadores, reunida em sessão extraordinária sancionou um decreto emanado do executivo municipal que determinava a suspensão de todo o abastecimento de água na cidade. Era a primeira vez que uma cidade do nordeste  sofria uma seca por decreto.
Foi uma linda festa! O trajeto percorrido pelo governador estava que era uma beleza! Tudo limpo e asseado atestando a boa administração executada pelo prefeito provando que ele aplicara bem a verba de saneamento. Os discursos foram entusiásticos e ACM foi carregado “espontaneamente” nos braços do povo. O almoço agradou a todos os paladares e o governador sancionou todas as reivindicações. É verdade que alguns engraçadinhos apareceram com uma faixa onde se lia: “Queremos água”, mas a polícia dispersou-os antes que ACM visse o que estava escrito.
No outro dia, sem nenhum aviso prévio, a água voltou a jorrar das torneiras, as carroças e caminhões-pipa retomaram as suas atividades normais, os esgotos invadiram de novo as ruas e os urubus voltaram parar refazer suas forças combalidas por muitas horas de vôo.
Quanto ao resultado da análise da água, esse jamais foi divulgado.

Não é interessante?

Aquele "Decreto" foi publicado também neste blog, mas a turminha feroz só deu resposta no morronoticias.com. E por que? Porque lá eles tem público. Aqui é olho no olho. Aqui neste blog sou eu contra você, meu jovem. Aqui são vocês contra o lobo solitário. Quem se habilita?

Aquele “Decreto”

Como disse na entrevista dada na rádio Diamantina, trabalhei no jornal Cultura & Realidade de Irecê corrigindo e melhorando os textos. Mas minha especialidade que o povo de Morro do Chapéu não sabe é as crônicas satíricas. Publiquei-as regularmente no C & R durante o tempo que trabalhei ali. Satirizava os costumes, mas gostava principalmente de satirizar os políticos. Por isso, peço por favor àqueles que me criticaram, para ir ao meu blog morroonline.blogspot.com onde faço um retrato humorístico de Irecê daquele tempo.
Estou dizendo tudo isso porque, em toda minha vida jornalística, nunca vi um texto provocar tanta celeuma como aquela “portaria” escrita por mim, onde eu respondia as críticas na forma de um decreto, onde no final, depois  do “aquele abraço” e ‘fui”,  eu dizia que revogam-se as disposições em contrário. Era uma forma satírica e bem humorada  de dar uma resposta àqueles críticos de sempre. Naturalmente que estavam excluídos deste rol, Balili e o vereador Toinho que fizeram ressalvas ao poder executivo, acusando supostos desvios administrativos.   Mas levaram a sério tudo aquilo. Tão a sério que se fossem publicar tudo o que dizem, eu já tinha me mudado daqui.
Em toda a minha vida eu sempre fui independente e jamais tolerei injustiças. Afinal saí da Polícia Militar porque um tenente resolveu me punir só porque me viu dando uma olhada num jornal enquanto eu fazia a vigília da entrada do Presídio Tiradentes em  São Paulo. E muitos outros empregos eu perdi por não tolerar ser admoestado por quem quer que seja. Até que vim parar aqui na Bahia e resolvi ficar. Mas viver em cidade pequena é duro, não há privacidade, não há segredo que não seja escarafunchado. Você vive num inferno de fofocas e disse-me-disse. Há não ser que você faça cara feia e não dê bola para ninguém. Quem melhor soube disso foi o prefeito Vicente Grassi que exerceu a função em Morro do Chapéu de 1927 a 1930. Depois vou publicar em meu blog a despedida dele que está no Correio  do Sertão.  
Só um rematado imbecil publicaria uma “portaria” como aquela se arvorando como porta voz de um governo, há não ser que estivesse fazendo uma piada. Há muitas formas de se fazer sátira. A que encontrei foi inédita e devia ter sido melhor apreciada. Certa vez publiquei um texto no C & R cujo título era: “Deixem seu Luis em paz”. O “seu Luis” era o Luis Sobral, famoso por suas gafes. Aparentemente eu estava puxando o saco dele quando na verdade fazia uma sátira feroz ao mesmo. Seu Luis não gostou nada daquilo.
Meus satiristas preferidos são Stanislaw Ponte Preta, Groucho Marx,  Jonathan Swif e Tom Wolfe. O que tenho a dizer é que sátira agora, só no meu blog. Fui (êpa). 

Governador da Bahia quer tirar nome de filho de ACM de aeroporto


Foto: Divulgação
Luís Eduardo Magalhães, deputado federal morto em 1998 e filho de Antonio Carlos Magalhães

As articulações para que o aeroporto de Salvador volte a se chamar Dois de Julho, em referência à principal data cívica da Bahia, crescem no Estado, com o governador Jaques Wagner (PT) à frente.
Em 1998, o terminal foi rebatizado com o nome de Luís Eduardo Magalhães (1955-1998), morto naquele ano enquanto exercia o mandato de deputado federal pela Bahia. Ele é filho do senador e ex-governador da Bahia Antonio Carlos Magalhães (1927-2007). Na ocasião, o governador Wagner era deputado federal e votou na Câmara a favor da mudança.
Nesta terça-feira (5), em sessão no Senado em homenagem à independência da Bahia, comemorada em 2 de julho, o governador citou a  amizade com o filho de ACM, mas defendeu a recuperação do nome que batizou o aeroporto de 1955 a 1998.
“
Refleti e hoje defendo a volta do antigo nome. Nenhum homem individualmente substitui a saga de um povo”, diz governador
“Éramos amigos e, pelo fato de fazermos aniversário na mesma data, muitas vezes comemoramos juntos. Quando surgiu a idéia dessa homenagem, eu fui a favor, mas, passada a tristeza, refleti sobre isso e hoje defendo a volta do antigo nome. Nenhum homem individualmente substitui a saga de um povo”, disse.
O Dois de Julho marca a expulsão, em 1823, das tropas portuguesas de Salvador. A data é tida por historiadores como “injustiçada” no calendário cívico nacional, por ser pouco lembrada fora da Bahia, apesar de ter marcado a consolidação nacional da luta pela independência do Brasil.
O tema da recuperação do nome original do aeroporto tem vindo à tona em julho desde os primeiros anos do governo Wagner, que assumiu em 2007. As articulações ganharam força neste ano. A proposta teria que ser aprovada na Câmara dos Deputados e no Senado para entrar em vigor.
Um projeto, de autoria do deputado Luiz Alberto (PT-BA), tramita na Comissão de Educação da Câmara, onde já tem parecer favorável do relator Rui Costa (PT-BA), que foi secretário de Relações Institucionais de Wagner no primeiro mandato.

Foto: Agência Brasil Ampliar
Antonio Carlos Magalhães, ex-senador e ex-governador da Bahia, morto em 2007

“As homenagens ao deputado foram feitas de forma expressiva. São 14 colégios-modelo, uma cidade e diversas vias com seu nome no Estado”, afirmou Costa, que nega desrespeito à memória do filho de ACM. “Inclusive a família pode concordar, passado o momento de emoção inicial”, disse.
Sobrinho do deputado homenageado, o deputado federal ACM Neto classificou, em entrevista recente, a proposta como “revanchismo”. Reconheceu, contudo, a possibilidade de discutir uma solução que seja “consensual”. Procurado pela reportagem, o líder do DEM na Câmara não foi localizado nesta terça-feira (5). O PT defende que o nome do ex-deputado passe a batizar algum setor do aeroporto.
E outra homenagem ao filho de ACM pode sofrer alterações no futuro próximo. O memorial Luís Eduardo Magalhães, localizado no canteiro central da avenida Paralela, em Salvador, e onde está depositado o coração do ex-deputado, fica na rota do novo sistema de transporte público da capital baiana e poderá ter que ser deslocado. Prefeitura e governo evitam o tema, ao menos enquanto o projeto final para o sistema não é definido.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Abertura da 3ª Conferência Municipal de Saúde

Com o auditório completamente lotado, teve início no Clube Municipal de Morro do Chapéu, a 3ª Conferência Municipal de Saúde, evento que ocorre a cada quatro anos, sempre num município diferente. Contando com as presenças da Comissão Organizadora, tendo á frente a Dra.  Kátia Cristina Alves, Diretora da 16ª DIRES; Dr. Ivonildo Dourado Bastos, representante da COSEMS/BA, mais diversas autoridades públicas, destacando-se a promotora pública Dra. Edna Márcia; o vereador José Ribeiro, representando a Câmara de Vereadores, a primeira dama do município e Secretária do Bem Estar Social Fabiana Barreto; a Secretária de Saúde, Maricélia  Oliveira Figueredo e o prefeito Cleová Barreto.
Compareceram também vereadores, secretários municipais, representantes dos distritos e povoados, empresários, a classe estudantil , enfim, a sociedade morrense se fez presente prestigiando o evento.  Na oportunidade, a equipe da Secretaria de Comunicação fez a distribuição do informativo da prefeitura municipal, onde se destacou diversas obras realizadas pela administração atual. O Coral Girassol composto de senhoras, cantou o hino a Morro do Chapéu emocionando a todos.
Após os discursos do Dr. Ivonildo Dourado que fez uma breve explanação dos objetivos da Conferência, da Dra. Kátia Cristina Alves, do vereador José Ribeiro, da Promotora Pública Dra Edna Márcia, o prefeito Cleová Barreto  abriu oficialmente a 3ª Conferência Municipal de Saúde,  visivelmente satisfeito pela aprovação do Governo da Confiança demonstrada pela presença maciça dos diversos segmentos da sociedade morrense, ali representados.
O evento terá prosseguimento na data de hoje, onde durante o dia haverá debates, apresentação de propostas para a melhoria da saúde pública do município, escolha dos delegados que participarão da Conferência Estadual de Saúde e a eleição para a escolha do novo Conselho Municipal de Saúde

Esse governo é um escândalo atrás do outro.

A essa altura do campeonato, Dilma Roussef já sabe que recebeu uma herança maldita do governo Lula. Não passa um mês sem que estoure mais um escândalo atingindo seu governo. É impressionante. Não tem meu pé tá doendo: o governo do PT foi o mais corrupto da história do Brasil. É só conferir, o Google está aí para tirar quaisquer dúvidas.
Demonizaram as privatizações justamente para isso: lotear os cargos das empresas estatais entre os partidos políticos da base de apoio. A privatização é o remédio contra a corrupção. Quanto menos estatais, menos cargos para serem entregues aos políticos. É como entregar a raposa para tomar conta do galinheiro. E o pior para todos é que agora não tem Lula para defender os corruptos como ele fez em relação a Sarney, Renan Calheiros, Jader Barbalho (ainda não assumiu), e pasmem...Fernando Collor. Depois reclamaram quando defendi e defendo o governo do prefeito Cleová Barreto.